Antonio Carlos Pôrto Gonçalves, Robson Ribeiro Gonçalves, Ruy Afonso De Santacruz Lima, Virene Roxo Matesco
Saiba mais sobre esse produto topo preço do produtoMaria Celina D'araujo
A partir dos anos 1980, as Forças Armadas no Brasil e nos demais países da América do Sul perderam poder político direto, mas continuaram atores centrais nas políticas do governo. Este livro faz um balanço de seu atual papel econômico e político nas novas democracias da região, em particular no que toca às políticas de desenvolvimento. O livro também detalha as novas institucionalidades em matéria de defesa na América do Sul depois do fim da guerra fria e, no caso do Brasil, examina os impactos do corporativismo militar sobre a memória política do país, a difícil relação entre defesa e segurança pública, e o precário controle civil e democrático sobre as políticas de defesa.
fundo tooltipCarlos Milani, Leticia Pinheiro
Este livro põe por terra duas premissas tradicionais nas análises das relações internacionais brasileiras: o monopólio da formação da política externa pelo Itamaraty e o baixo grau de internacionalização dos diversos segmentos que integram o Estado e a sociedade civil brasileira. A novidade é que o número e a diversidade de atores sociais e burocracias domésticas com ampla atuação internacional se ampliaram enormemente nos últimos anos e, consequentemente, diminuíram os graus de discrição do Itamaraty para conduzi-la O pioneirismo dessa obra é apontar para a estreita ligação entre estes dois fenômenos que se reforçaram mutuamente.
fundo tooltipFeliciano De Sá Guimarães
Este livro discute o processo de formação e seleção dos burocratas que ocupam lugar no Banco Mundial e no Fundo Monetário Internacional (FMI). Busca explicar como eles agem e criam alianças com ONGs internacionais a fim de ver aprovados empréstimos que eles entendem importantes. O autor explicita a forma como os burocratas do Banco Mundial tiveram mais sucesso do que os do FMI na construção de alianças internacionais que fortaleceram suas posições internas na aprovação dos acordos.
fundo tooltipGladys Sabina Ribeiro, José Murilo De Carvalho, Maria João Vaz, Miriam Halpern Pereira
A história comparada impõe-se à escrita da história para a inteligibilidade do passado. Os países inseridos em espaço imperial e pós-imperial oferecem um domínio analítico específico, pela particularidade oriunda de um passado comum, ainda que em contexto de subordinação das antigas colônias em relação à metrópole. No caso de Portugal e Brasil, esse passado teve uma peculiar evolução, pois na fase final do império luso-brasileiro o centro foi transferido de Lisboa para o Rio de Janeiro. Linguagens e fronteiras do poder explora a natureza dessa evolução peculiar no que tem de comum e de distinto.
fundo tooltipHebe Maria Mattos
Este é um estudo de caso em história agrária que se detêm na análise da organização rural do atual município de Silva Jardim, no estado do Rio de Janeiro, denominado Capivary no século XIX. O texto é uma versão ligeiramente modificada do publicado em 1987, incluindo algumas partes inéditas da dissertação de mestrado defendida na Universidade Federal Fluminense em outubro de 1985, e 22 anos depois de sua primeira edição, continua sendo leitura obrigatória.
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